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Doença Crônica 

- A importância do Psicologo na luta contra o Câncer  

31/07/2017

 

Apesar de toda a evolução da medicina nos últimos tempos, o câncer ainda impacta a pessoa, como se no momento do diagnóstico fosse sentenciado a sua própria morte. Gera-se ao longo de todo o processo do tratamento inúmeras dúvidas e fantasias, por se tratar de uma doença rotulada como sendo dolorosa e mortal.

 

Os impactos emocionais mais comuns após o diagnóstico são: perda do controle sobre a vida, mudanças de auto-imagem, medo da dependência, abandono, isolamento e morte. Portanto, as comorbidades mais frequentes decorrente do adoecimento são a ansiedade e depressão, sendo independente do nível do câncer.

 

Em muitos estudos é apontado que a forma de se posicionar e lidar com a doença emocionalmente é de extrema importância para o sucesso do tratamento, pois é comprovado que uma dos maiores efeitos colaterais causados pelo câncer é influenciar na baixa da imunidade do indivíduo.

 

O emocional afeta diretamente na produção de leucócitos, que são os “responsáveis” por produzirem nossas defesas, ou seja, o que nos ajuda a combater “inimigos” em nosso organismo, no caso, células malignas que potencializam a doença e abaixam nossa imunidade.

 

O acompanhamento psicológico junto ao adoecimento é de extrema importância, pois auxilia o indivíduo a conscientizar-se com relação a doença e também para adaptar-se ao processo e todo o conflito, sofrimento e angústia que permeia toda a situação. O acompanhamento pode ser individual ou até mesmo junto a um psicólogo hospitalar, que possui o papel de viabilizar uma melhor comunicação entre equipe e paciente, tratando-se sempre do emocional do indivíduo.

 

Estudos apontam que as intervenções psicológicas influenciam positivamente no ajustamento emocional e funcional da paciente e aliviam os sintomas adversos decorrentes do câncer e do seu tratamento. Outra conseqüência de um bom trabalho psicoterápico é a participação mais ativa e positiva da paciente durante o tratamento, resultando numa melhor adesão, evitando assim, o abandono do mesmo.

 

Estudos evidenciam que quando a paciente encontra-se mais participativa durante o tratamento, há menor probabilidade do surgimento de intercorrências clínicas e psicológicas no mesmo.

 

Fonte:  http://mundodapsi.com/importancia-do-psicologo-na-luta-contra-o-cancer-de-mama/

 

 

 

 

Sobre o autor:

Lizzie Cardoso - Psicóloga Clínica e Organizacional, realiza atendimento clínico com crianças, adolescentes, adultos, casais e família. Atende na unidade  do Mandaqui e Atendimento Domiciliar.