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TRANSTORNO DO PÂNICO

27/10/2017

 

Conhecido popularmente como Síndrome do Pânico, o Transtorno do Pânico faz parte do grupo de Transtornos de Ansiedade. Com sintomas muitas vezes mais intensos e desconfortáveis que os demais transtornos de ansiedade, o Transtorno do Pânico pode se configurar em uma evolução do quadro de ansiedade, sendo considerado como uma ansiedade e angústia intensa, o pânico.

 

SINTOMAS

 

Podemos citar alguns sintomas mais comuns do Transtorno do Pânico:

 

  1. Taquicardia;
  2. Sudorese;
  3. Palpitações;
  4. Dor no peito;
  5. Falta de ar;
  6. Sensação de desmaio;
  7. Formigamentos no corpo;
  8. Ondas de calor e frio;
  9. Enjoo;
  10. Tontura;
  11. Sensação de desfalecimento;
  12. Respiração curta;
  13. Intenso medo de morrer, perder o controle ou enlouquecer;
  14. Sensação de estar "aéreo";
  15. Sentimento de catástrofe eminente.

 

 

 

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Devido a uma grande quantidade de sintomas físicos que coincidem com os sintamos de outras doenças como ataques cardíacos e hipoglicemia, por exemplo, muitos pacientes com que sofrem deste transtorno acabam nos Prontos Socorros em busca de tratamento e diagnóstico e, após alguns episódios, são orientados a buscar auxílio psiquiátrico e psicológico.

 

AS CRISES

 

Os sintomas não acompanham o paciente a maior parte do tempo, muitos não aparecem ou então estão presentes, mas em um grau de intensidade muito menor. Esses sintomas se intensificam durante as crises de pânico, que podem durar alguns minutos, raramente chegam a mais que uma hora. As crises ocorrem de forma inesperada e sem uma causa específica, não são reações a situações reais como assaltos, traumas e etc.

 

Apesar de serem breves, a imprevisibilidade e a sensação de falta de controle que as crises trazem para o paciente faz com que ele desenvolva o medo de ter novas crises e passe a viver em torno do transtorno.

Pacientes com Transtorno do Pânico pensam constantemente sobre o que desencadeia suas crises, tentando achar uma explicação ou conexão com fatos que tenham ocorrido nas mesmas situações e assim passam a se “prevenir” contra as crises, evitando lugares e situações em que uma crise ocorreu, criando uma ansiedade antecipatória. Essa limitação e restrição cotidiana afeta a vida social e profissional do paciente chegando, em casos mais graves, a pessoa não conseguir sair de casa ou ficar sozinha, desenvolvendo fobias como a agorafobia.

 

PSICOTERAPIA

 

O acompanhamento psicológico nesses casos é de muita importância, não apenas para o controle dos sintomas através de técnicas que auxiliam o paciente no enfrentamento das crises, mas principalmente no tratamento de um sujeito que muito provavelmente já estava doente mesmo antes do aparecimento das crises. Geralmente são pessoas que já sofriam de ansiedade, insegurança, tensão, dificuldade para relaxar, preocupação excessiva entre outros.

 

 

Sobre o autor:

Luana da Silva Oliveira - Psicóloga Clínica e Organizacional, realiza atendimento clínico com crianças, adolescentes, adultos, casais e família.