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Tabagismo

28/08/2017

 

Além de ser, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o maior responsável por mortes evitáveis no mundo, o hábito de fumar também é um dos principais causadores de dependência química e, como consequência, um grande inimigo da saúde emocional.

 

O fumante desenvolve a dependência psicológica após vários anos no hábito de fumar.


Repetindo o mesmo comportamento instala-se a Dependência Comportamental.  Estabelece uma condição automática.

 

Se depara com os gatilhos: disparadores do comportamento de fumar. Então fuma depois do café, das refeições, entre outros.

Poderá também desenvolver a Dependência Emocional. 


O cigarro ganha um lugar importante na vida do tabagista, onde imagina que não saberá mais viver sem ele. Em alguns casos, sofre um luto com sua retirada, a mesma sensação da perda de um ente querido.


Cria representações como: cigarro-amigo, cigarro-antidepressivo, cigarro-calmante.


Delega a ele um poder de resolver todos os seus problemas. Um falso poder, uma ilusão. O que torna mais difícil sua retirada. Tem medo da perda desse aliado que resolve tudo ilusoriamente.


O cigarro ocupa o lugar da falta, do vazio, da solidão, e para mudar a relação mágica que criou com o cigarro é necessário evitar as coisas que a pessoa associa ao cigarro.

 

Isto é uma atitude que ajuda quem quer parar de fumar. Se a hora de fumar é associada ao álcool, por exemplo, a sugestão para o começo do período de abstinência é evitar beber também. 

 

Fontes:

http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2013/07/15/noticias-saude,194280/dependencia-quimica-e-psicologica-especialistas-alertam-para-danos-em.shtml

http://www.tabagismo.hu.usp.br/tratamento-e-dependencia-psicologica.html

 

Sobre o autor:

Lizzie Cardoso - Psicóloga Clínica e Organizacional, realiza atendimento clínico com crianças, adolescentes, adultos, casais e família. Atende na unidade  do Mandaqui e Atendimento Domiciliar.